A jornada terapêutica que proponho, como psicólogo em São Paulo e no ABC, é um convite para um olhar existencial para as angústias e anseios que todos carregamos. Isso significa elaborar sentimentos, emoções e histórias não na busca de correção ou adaptação, mas como um elementos norteadores de uma determinada forma de estar no mundo, que pode ser compreendida, transformada e recriada.
Minha clínica é orientada por uma visão integrada da Psicologia, cujos pilares ético, social, histórico e crítico são indissociáveis, e me apoio em uma compreensão existencial e humanista para conduzir meus atendimentos. Conheça mais da minha atuação nas redes sociais.
Entendo que as dores não nascem no vácuo. Elas são atravessadas por histórias únicas de vida, mas também pelo contexto social, pelas pressões de performance e pelos vínculos que construímos. Nos atendimentos, sejam eles presenciais ou online, o objetivo é criar um vínculo seguro onde se busca a suspensão dos julgamentos e um olhar para si mesmo com honestidade, responsabilidade e empatia.
Como bem disse Sartre, somos responsáveis por aquilo que somos. Mas essa responsabilidade só pode ser exercida quando recuperamos o protagonismo da nossa vida. Meu papel, enquanto psicólogo clínico, é promover diálogos e reflexões entre você e sua própria liberdade por meio do encontro terapêutico.
Além disso, há certas particularidades, no processo terapêutico, que ressoam as estruturas culturais, históricas e sociais que atravessas as histórias individuais a depender a que grupo pertencemos, que fase da vida vivemos, quais relações e buscas nos importam.
Por isso, apresento, a seguir, as especificidades das áreas de cuidado clínico que procuro atender e com as quais estou em permanente diálogo.
Identidades
Ciclos da vida
Vínculos e afetos
Acolhimento pontual
A clínica como espaço de suspensão e presença
Nas grandes cidades e capitais, onde o tempo é fragmentado e a urgência dita o ritmo das relações, a psicoterapia surge como um território de exceção. Não se trata apenas de uma conversa, mas de uma técnica fundamentada na presença absoluta. Ao disponibilizar atendimentos presenciais em endereços acessíveis de São Paulo e do ABC, busquei oferecer ambientes que materializam esse cuidado: espaços onde a escuta e a conexão permitem que o paciente se escute para além dos ruídos cotidianos. O encontro terapêutico é, portanto, o momento em que cessam as cobranças por produtividade e inicia-se o trabalho de investigação da própria liberdade.
A responsabilidade de ser quem se é
Convido o paciente a um compromisso ético consigo mesmo. Na abordagem existencial-humanista, entendemos que, embora não possamos mudar o que fizeram de nós, somos inteiramente responsáveis pelo que fazemos com o que nos tornamos. O processo terapêutico é a ferramenta que lapida essa percepção. Seja na transição de carreira, no luto migratório ou nos impasses afetivos, o foco reside na recuperação do protagonismo. O terapeuta não é um juiz, mas um companheiro de jornada que oferece o suporte técnico para que o paciente possa olhar para o espelho da própria existência com mais honestidade e menos medo.
As angústias levadas à terapia são, muitas vezes, ecos de pressões estruturais, sejam elas as exigências de performance da vida profissional, ou as complexidades das dinâmicas familiares nos bairros tradicionais de São Paulo. Minha postura entende a prática clínica com uma visão integrada da Psicologia. Olhamos para as feridas individuais, sem perder de vista os contextos que as atravessam. É nessa intersecção que a psicoterapia deixa de ser um ajuste de conduta para se tornar um ato de emancipação.












