A jornada terapêutica que proponho é um convite para um olhar existencial para as angústias e anseios que todos carregamos. Isso significa elaborar sentimentos, emoções e histórias não na busca de correção ou adaptação, mas como um elementos norteadores de uma determinada forma de estar no mundo, que pode ser compreendida, transformada e recriada.
Minha clínica é orientada por uma visão integrada da Psicologia, cujos pilares ético, social, histórico e crítico são indissociáveis, e me apoio em uma compreensão existencial e humanista para conduzir meus atendimentos.
Entendo que as dores não nascem no vácuo. Elas são atravessadas por histórias únicas de vida, mas também pelo contexto social, pelas pressões de performance e pelos vínculos que construímos. Nos atendimentos, sejam eles presenciais ou online, o objetivo é criar um vínculo seguro onde se busca a suspensão dos julgamentos e um olhar para si mesmo com honestidade, responsabilidade e empatia.
Como bem disse Sartre, somos responsáveis por aquilo que somos. Mas essa responsabilidade só pode ser exercida quando recuperamos o protagonismo da nossa vida. Meu papel, enquanto psicólogo clínico, é promover diálogos e reflexões entre você e sua própria liberdade por meio do encontro terapêutico.
Além disso, há certas particularidades, no processo terapêutico, que ressoam as estruturas culturais, históricas e sociais que atravessas as histórias individuais a depender a que grupo pertencemos, que fase da vida vivemos, quais relações e buscas nos importam.
Por isso, apresento, a seguir, as especificidades das áreas de cuidado clínico que procuro atender e com as quais estou em permanente diálogo.












